Élida Faustino de Almeida
João Batista de Carvalho Aguiar - proprietário da empresa Cardan
Lidai Alves de Alves
João Monteiro da Silva Filho
Carla Carlon de Oliveira
Augusto Cesar Almeida de Jesus
Tamachi Gomes Nakazaki
Maria de Lourdes da Silva Andrade Neta
Alcemir de Oliveira
Maclison Leandro Carvalho das Chagas
Ailton Level Salomão Júnior.
Investigações apontam que os acusados podem ter causado danos ao erário público num montante de O R$ 30 milhões, apenas nos anos de 2008 e 2009, com esquema de superfaturamento na compra de medicamentos. Essa é a estimativa dos procuradores do Ministério Público de Contas em uma primeira análise superficial dos processos licitatórios cedidos pela Sesau.
No final de fevereiro o presidente do Tribunal de Contas, Marcus Hollanda, já havia determinado o afastamento dos então servidores da Sesau, por suspeita de participação no “esquema fraudulento” que envolvia a empresa Cardan.
Documentos analisados pelos procuradores indicam que o suposto esquema garantia à empresa Cardan ganhar todas as licitações que também superfaturava os medicamentos, alguns casos em até 1000%.
Em entrevista coletiva na tarde desta quarta, a promotora pública da Saúde, Jeane Sampaio, disse que uma organização criminosa comandava o esquema que pode inclusive ter envolvido Secretarias de Saúde em outros municípios roraimenses.
